domingo, 7 de dezembro de 2008

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mandado por e-mail por Bianca Souza.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Censura na Internet: Estados contra "ciberdissidentes"

No âmbito do jornalismo cívico e da ciberdemocracia, temas discutidos em sala e amplamente abordados no livro ‘Nós, os media’, achei interessante postar o texto a seguir. Trata-se de uma matéria publicada no jornal francês ‘Le Monde’, em agosto de 2007, que fala sobre a censura na Internet imposta pelos governos de alguns países.

É um texto um pouco longo, mas acredito que vale a pena conferir para termos conhecimento do controle que ainda limita a liberdade do fluxo de informações em escala global.


Censura na Internet: Estados contra "ciberdissidentes"

No decorrer de uma dezena de anos, a Internet se impôs como uma ferramenta essencial da vida democrática. No Ocidente, o ciberespaço revolucionou as campanhas eleitorais e propiciou o surgimento de um "jornalismo cidadão". Nas jovens democracias e nos regimes autoritários, ele forneceu uma arma temível aos defensores da liberdade de expressão e aos militantes democráticos: a arma da comunicação invisível. Inevitavelmente, esses regimes buscaram formas de controlar essa arma. E eles a encontraram - com a ajuda das grandes companhias de high-tech ocidentais.

Seja por meio de um arsenal repressivo ou tecnológico, certos países agem de todas as maneiras possíveis para tentar controlar a Internet, para impedir a circulação das idéias, das informações e das palavras de ordem independentes. Será que eles conseguem? Não de uma maneira plena e total, e não em todos eles. Como sempre acontece, é mais fácil controlar um pequeno país de que um grande, mas, conforme vêm constatando às suas custas os dirigentes chineses, a onda da Internet não é fácil de represar. Além disso, os internautas, em certos casos, também são muito fortes em tecnologia.

China - 40.000 policiais da Web contra 162 milhões de internautas

A "grande muralha virtual" erigida pelo governo chinês obriga os internautas a lançarem mão de estratégias de contorcionismo e a se submeterem a jogos de esconde-esconde. Encontrar soluções para blogs fechados, sites bloqueados, mensagens apagadas requer certa engenhosidade. Atravessar a linha vermelha pode custar caro: a ONG Repórteres sem Fronteiras estima que 52 ciberdissidentes estão atrás das grades atualmente na China. Em geral, eles são acusados de ter revelado segredos de Estado, um delito utilizado para enquadrar toda e qualquer infração, e que permite todos os abusos de poder.

A autocensura é sistemática: os portais (Sina, Sohu) ou os hospedeiros de blogs (Tianya) recebem, assim como todos os veículos de comunicação, circulares que enumeram os assuntos que não devem ser abordados - parecidas com a que o jornalista Shi Tao divulgou on-line em 2005, o que lhe valeu dez anos de prisão. A limpeza é efetuada (frases desaparecem dos blogs ou dos fóruns de discussão), antes mesmo que a polícia da Internet, que inclui de 30.000 a 40.000 membros, intervenha.Uma nova etapa acaba de ser galgada. Em 24 de agosto, os hospedeiros de blogs chineses, e até mesmo o Yahoo e a Microsoft (MSN) assinaram um "pacto de autodisciplina" por meio do qual eles se comprometem a não difundir "mensagens ilegais e errôneas" e a "proteger os interesses do Estado e do público chinês". Este "pacto" incentiva também os hospedeiros a identificarem os blogueiros.

Até então, o sistema de censura chinês havia sido seriamente posto à prova pelos 162 milhões de internautas recenseados, com os seus 20 milhões de blogs. A Internet tornou-se uma caixa de ressonância sem equivalente para a sociedade civil. Ela obrigou o partido a levar em conta uma opinião pública que ele desprezava, e vem alimentando uma imprensa que se mostra cada vez mais agressiva.

Em Xiamen, em maio, um ativista conseguiu, por meio do seu blog, mobilizar a população da cidade contra o projeto de construção de uma central petroquímica. Após terem enviado e recebido cerca de um milhão de mensagens SMS, os habitantes participaram de uma das maiores manifestações já organizadas numa grande cidade da China desde as concentrações maciças da Praça Tiananmen em 1989. "Os veículos de comunicação não puderam falar da manifestação. Mas muitos internautas se deslocaram às suas custas até o local e registraram os acontecimentos com um telefone celular ou ainda uma câmera, para depois difundir as imagens na Web. É um novo canal que permite uma expressão independente", explica Li Datong, o antigo redator-chefe da revista semanal "Bingdian", que foi despedido em 2006 por ter reproduzido on-line um sistema de penalidades imaginado pelos dirigentes do partido para sancionar os jornalistas críticos demais.

Revelada por uma reportagem televisiva, a escravidão generalizada que vem sendo praticada nas fábricas de isqueiros do Henan e do Shanxi tornou-se uma questão de importância nacional graças à Internet, por meio da qual os pais de crianças desaparecidas fizeram circular petições. Não há mais nada que parece poder deter a informação na China: o governo finalmente renunciou, em maio, a obrigar os autores de blogs a se registrarem previamente com a sua verdadeira identidade. A tarefa revelara-se complicada demais de implementar em tão grande escala.

Vietnã - Uma recente onda de processos

A utilização da Internet no Vietnã conheceu um progresso rápido, passando de 9 para 14 milhões de usuários, ou seja, 17% da população, entre 2005 e 2006. Muitos deles são jovens e se conectam nos cerca de 5.000 cibercafés do país, o que facilita o controle pelas autoridades. Com efeito, a legislação exige dos provedores de acesso e dos cibercafés que eles instalem softwares de vigilância, que eles conservem as informações sobre os usuários e denunciem aqueles que infringem a lei: todo conteúdo "que se opuser ao Estado, que procurar desestabilizar a segurança do Vietnã, a economia ou a ordem social, ou que incitar a oposição" é ilegal. Existem poucos motores de pesquisa vietnamitas, o que limita os acessos ao exterior. Segundo a ONG OpenNet Initiative, o Vietnã regulamenta de maneira extensiva o acesso à Internet, simultaneamente por meio da gestão da infra-estrutura e da filtragem do conteúdo, sobretudo político e social. A filtragem atinge também os sites das comunidades vietnamitas no exterior.

Em 2006, os internautas vietnamitas afastaram os limites da censura, conseguindo, entre outros, criar três publicações dissidentes. Preocupado em obter a sua inclusão na Organização Mundial do Comércio (OMC), o regime comunista permitiu que uma relativa tolerância se instaurasse. Um movimento democrático batizado de Bloc 8406, porque nascido em 8 de abril de 2006, desenvolveu-se na Web. Mas, em julho de 2006, uma lei destinada a impor uma disciplina aos jornais on-line entrou em vigor. O controle dos cibercafés foi reforçado e, em 2007, uma onda de processos arrebentou sobre os ciberdissidentes. Entre os dias 10 e 15 de maio, várias condenações de três a cinco anos de prisão foram pronunciadas e, segundo associações de defesa dos direitos humanos, nove ciberdissidentes e jornalistas estão atualmente encarcerados.

Contudo, apesar da repressão e da censura, a Internet continua sendo crucial para os opositores ativos como ferramenta de comunicação e de ligação com a diáspora vietnamita. Aqueles que possuem um know-how tecnológico sofisticado o suficiente conseguem driblar sem problema a filtragem. De maneira geral, conforme escreveu no "Times Ásia" o militante dos direitos humanos Nguyen Thanh Giang, "os fóruns de discussão aceleraram a abordagem e a atitude democrática".

Tunísia - Sob controle rígido

O governo tunisiano incentivou ativamente a aceleração do acesso à Internet, principalmente nas universidades e nas escolas. A oferta de programas de conexão gratuita, a viva concorrência entre os provedores de acesso, e a abertura de cibercafés, permitiram que cerca de 9% da população pudesse utilizar regularmente a Internet.

Entretanto, tudo isso vem sendo feito sob um controle rígido: os provedores de acesso devem transmitir as suas listas de assinantes para as autoridades. Os proprietários de cibercafés são considerados como responsáveis pelas páginas e os conteúdos que os clientes acessam e por tudo o que eles utilizam. Além disso, eles devem zelar para que os sites visitados não "perturbem a ordem pública". Segundo a OpenNet Initiative, a filtragem da Internet é efetuada pelo software SmartFilter, fabricado por uma sociedade americana da Silicon Valley, a Secure Computing. A Arábia Saudita, o sultanato de Omã, os Emirados Árabes Unidos e o Sudão também utilizam o SmartFilter.

Cuba - Conexões privadas, difíceis e raras

Totalmente dominada e controlada pelo poder, a imprensa oficial cubana implantou sem demora sites na Web (os do Granma, do Trabajadores, etc.), em várias línguas. Em contrapartida, o acesso dos cidadãos cubanos à Internet é severamente dificultado e controlado em diversos níveis.

Os cubanos proprietários de um computador (3,3 de computadores para cada 100 habitantes, uma das taxas mais reduzidas do mundo), precisam em primeiro lugar obter a autorização expressa das autoridades; além disso, desde 1996, eles devem pedir à única operadora da ilha, a companhia ETEC SA, um credenciamento obrigatório, mediante uma "justificativa válida", se eles quiserem dispor de uma linha e de uma assinatura. Isso equivale a dizer que as conexões privadas são raras. Apenas os altos responsáveis políticos, as embaixadas, as sociedades estrangeiras, os dirigentes universitários e as empresas voltadas para a exportação são equipados. De maneira geral, as mensagens que circulam na Web não devem "comprometer a segurança do Estado", nem transgredir as leis e os "princípios morais" do país.

Entretanto, Cuba desenvolveu, a partir de 2000, uma rede de cibercafés. Estes são caros para os cubanos; eles são vigiados (nem os opositores reconhecidos, nem os jornalistas independentes têm acesso a eles), e as suas conexões são lentas. Todo e qualquer usuário dever registrar o seu sobrenome, seu nome e seu endereço. Então, ele deve escolher entre um simples serviço de e-mails implantado pelo Estado (R$ 3,20 por uma hora) e um serviço chamado de "internacional", que dá acesso a toda a Internet (R$ 10,63 a hora, ou seja, mais de um terço do salário mensal médio de um cubano).

Curiosamente, segundo apurou a organização Repórteres sem Fronteiras após verificações recentes, todos os sites são acessíveis, inclusive aqueles da oposição cubana no exterior. Em contrapartida, certas palavras-chaves consideradas como potencialmente subversivas (tais como "Fidel"), quando são escritas num site de busca, indicadas em algum editor de texto ou numa mensagem eletrônica provocam invariavelmente a abertura de uma janela que traz a seguinte advertência: "Este programa será fechado dentro de alguns segundos por razões vinculadas à segurança do Estado".

Tradicionalmente despachados, muitos cubanos compram ou "pegam emprestados" os códigos de conexão de pessoas autorizadas a ter uma linha, inclusive junto a oficiais do regime. Mas este tráfico, passível de cinco anos de prisão (vinte anos para os autores de artigos considerados "contra-revolucionários" e que foram publicados em sites estrangeiros), é arriscado.

De fevereiro a agosto de 2006, Guillermo Fariñas, cujo apelido é "El Coco", um diretor da agência de notícias independente Cubanacan Press, realizou uma greve da fome, interrompida por algumas hospitalizações forçadas, por ter pedido o acesso para todos a uma "Internet livre". A Repórteres sem Fronteiras lhe outorgou o seu prêmio, o Cyberliberté, em 2006.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Ai vai um videozinho que explica um pouco melhor o funcionamento do site del.icio.us
É em ingles e sem legenda e com uma narração um pouco chatinha, mas acheio bom para entender melhor.

http://www.youtube.com/watch?v=IHp0BRls1oA

Não tem nem 4 minutos de vídeo. É meio chatinho, mas vale a pena ver.

Del.icio.us

Olá Povo,
vou postar aqui o texto que explica um pouco o funcionamento de um site bem legal, que descobri a pouco tempo.
O site é o del.icio.us - http://delicious.com/ Que é uma ferramenta de busca, um pouco diferente, é um serviço online, que permite que você acesse seus favoritos de qualquer lugar.
Abaixo, segue um texto um pouco elucidativo.


"O delicious é um site que foi desenvolvido por Joshua Schachter, que mantém também o Memepool e entrou no ar no final de 2003.
Ele oferece um serviço on-line que permite que você adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web ele é uma ferramenta para arquivar e catalogar seus sites preferidos para que você possa acessá-los de qualquer lugar. Serviço similares, de compartilhamento de links favoritos, costumam ser conhecidos pelo termo em inglês "
social bookmarks".
Você também pode compartilhar seus bookmarks com os amigos e visualizar os favoritos públicos de vários membros da comunidade. Além desse uso o delicious pode ser usado para criar listas de presentes, para acompanhar web-sites que tem conteúdo e links dinâmicos e para pesquisas sobre qualquer assunto.
O
Mozilla Firefox possui uma extensão que facilita o uso do site. Após instalada em seu navegador, aparecerão dois ícones: um, representado pelo ícone do delicious, é um link para a página oficial do serviço ou para a página inicial de favoritos do usuário "logado" atualmente; o outro, uma etiqueta com o nome tag, deve ser usado para adicionar páginas aos seus favoritos. Ao usar a função TAG THIS da extensão, surgirá uma pop-up pedindo que você descreva o site e crie tags para ele. Em outros navegadores, ou mesmo no Mozilla Firefox, é possível adicionar dois links na barra de favoritos, os quais realizam o mesmo que os ícones da extensão: adicionar páginas ao seus favoritos; e entrar na sua página inicial de links ou na página inicial do serviço."
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Portal IACS

Olá a todos!

Segue abaixo um projeto de portal universitário muito interessante, criado pela estudante de jornalismo Natalia Weber, do IACS-UFF. Diferente de nós, que temos o site da ECO (por mais "primitivo" que seja, não deixa de ser um site...), o pessoal da comunicação da UFF sequer tem um portal oficial. A idéia proposta abaixo não é a que estamos querendo desenvolver neste primeiro momento, mas fica a dica para, quem sabe, em um futuro próximo, consigamos desenvolver algo de tamanho porte.

Portal IACS!

- O Portal IACS! seria um portal de comunicação integrado, que abre espaço para vários tipos de produção: TV Web, rádio, e notícias.

- O Portal IACS! precisa ser um trabalho profissional, uma coisa em que todos se sentissem fazendo parte, sentissem que aquilo contribui para suas carreiras com prática e visibilidade - este o nosso grande peixe, pois seria um ótimo portfolio. Os vários conteúdos seriam divididos em módulos, grupos que se responsabilizariam por produzir o conteúdo discutido. Com discussão prévia e revisão de professores, mas com liberdade o suficiente pra deixar a criatividade rolar. Não pode se prender muito a burocracia também...

- O Portal IACS! integraria jornalismo e publicidade: publicitários têm atuação decisiva no branding, layout, divulgação e disseminação do site. Eles teriam espaço para veiculação de vários spots, conteúdo próprio.

- TV Web englobaria jornalismo e produção livre: webcasts, reportagens, especiais, programas de música, humor, denúncia, o que for sugerido e acordado. Esquema de vídeos curtos, em capítulos, com interação e linguagem leve "videoclip". É vídeo caseiro, de máquina digital, celular, câmera da vó, editado no Movie Maker se preciso. Se não puder fazer streaming the vídeo no site, dá-lhe Youtube!

- Rádio: spots de rádio e podcasts sobre assuntos variados e reportagens. (Rádio Tube)

- Notícias: conteúdo jornalístico em várias mídias.

- Toda programação deve ser produzida pelos alunos. O apelo deve ser para fazer algo sério, mas simples. Temos que aproveitar a linguagem mais leve, mais "youtube", pra quebrar esse quadrado da comunicação. O sucesso do Youtube é mesmo um exemplo: as pessoas adoram surfar por aqueles vídeos. Devemos aproveitar isso.

- Mais importante, nosso projeto deve ser encarado como algo sério, como nosso portfolio, como nossa voz. Penso que teria uma grande aderência dos calouros, que ainda não têm estágios que possam tirar o tempo. Mas temos que divulgar, ser uma coisa profissional, um aspecto "para fora", não somente pra ficar entre os alunos daqui. Temos que virar referência.

Todas essas idéias têm tudo pra funcionar, se nós nos dispormos a fazer algo. Não é difícil, é simples, com organização e entusiasmo. Não deveria esbarrar na burocracia da UFF (que mataria qualquer idéia criativa), então não sei se procede ser o site do departamento. Mas imagine que legal seria se fosse? Imagine como a UFF teria uma visibilidade positiva? Pensemos nisso!

RSS

Reunir em um só lugar as atualizações de vários sites é o principal atrativo do RSS. O usuário ganha tempo, pois não precisa visitar seus favoritos um por um, além de evitar o risco de esquecer de checar as novidades nas páginas de sua preferência.

O RSS é utilizado principalmente para acompanhar blogs e sites de notícias, que são atualizados constantemente.

As atualizações chegam ao conhecimento dos usuários através dos chamados feeds, que são arquivos gerados pelos administradores dos sites. Esses arquivos, padronizados mundialmente na linguagem XML (Extensible Markup Language), contêm as modificações e alterações das páginas.

Para receber essas atualizações é preciso usar um agregador, programa que interpreta e transcreve as informações mandadas pelos sites. Existem dois tipos de agregadores: os que precisam ser instalados no computador e os que ficam online e podem ser acessados de qualquer lugar.

No geral, a diferença entre os agregadores de RSS é praticamente igual aos de e-mail: pode-se escolher entre usar um programa que baixe todas as mensagens para o computador, como o Microsoft Outlook, ou simplesmente visitar a página do provedor e checar online a correspondência eletrônica, como no gmail.com ou no Yahoo.com.br .

Ao contrário do e-mail, o RSS não tem possibilidade de mensagens não solicitadas. Para receber as atualizações, o usuário precisa inscrever o feed do site em seu agregador. Por ser uma decisão voluntária, segundo especialistas como Dan Gilmor, o usuário sente-se mais confortável do se tivesse recebido uma newsletter com o novo conteúdo publicado.

O administrador tem três opções de feeds: o conteúdo integral da atualização, uma quantidade determinada de caracteres do texto ou apenas o título da publicação. Nos dois últimos casos, se o usuário der um duplo clique sobre a atualização, será direcionado ao conteúdo total.

Para assinar o feed, geralmente, basta clicar sobre um dos símbolos-padrão:

O link direciona para uma página onde o usuário tem as opções de inscrição.

Não é preciso ser um grande portal para enviar atualizações através de RSS. Todos os grandes servidores de blog, como o Blogger e o Wordpress, geram automaticamente feeds para os bloggers. Ou seja, um usuário comum, sem grandes conhecimentos de internet, terá a sua disposição uma poderosa ferramenta de fidelização de leitores.

História

Para os padrões da Internet, a linguagem é até antiga, de 1999. Criada por Dan Libby, para o portal My Netscape. A empresa acabou abandonando o projeto por considerá-lo inviável. Vário grupos de desenvolvedores resolveram dar continuidade à idéia e acabaram criando padrões distintos para o RSS.

Por isso, a sigla RSS tem mais de um significado: RDF Site Summary, Really Simple Syndication e Rich Site Summary. Independente do que signifique, o processo de funcionamento é o mesmo.

Ela começou a se popularizar no ano 2000, quando algumas das maiores empresas de notícias como a Reuters, CNN, e a BBC passaram oferecer seus feeds. Hoje todos os grandes portais a utilizam. Alguns, como o G1, têm seções especiais destinadas a ensinar o internauta a usar essa tecnologia.

Todos os navegadores, inclusive o Internet Explorer e o Firefox, disponibilizam agregadores de feed. Além deles, existem vários agregadores online gratuitos:

Saiba Mais:

http://www.infowester.com/rss.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS

Criação na Web

No site Criar Web você encontra manuais, dicas de construção de sites, artigos sobre o assunto e versões para impressão. Um site completo de tudo o que você pode criar e ferramentas que você pode usar na web. No manual de usabilidade, por exemplo, tem exemplos e comentários sobre usabilidade e interface na internet. A usabilidade são técnicas que nos ajudam a realizar tarefas em ambientes gráficos de computador, no nosso caso, páginas web.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

III Congresso de comunicação comunitária propõe comunidade acadêmica a refletir sobre a mídia e parâmetros estabelecidos.

As relações entre as classes sociais, sobretudo no âmbito da imagem construída pela mídia e as formas de comunicação alternativa, foram alguns dos principais aspectos discutidos no III Encontro de Comunicação Comunitária, que teve por tema, este ano, as teorias e práticas contra-hegemônicas da comunicação e da cultura.
Organizado pelo Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária (LECC) da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO), O evento teve início no dia 7 de novembro, quando reuniu em mesa redonda, no auditório Anísio Teixeira, Muniz Sodré (ECO/UFRJ); Adriana Facina (Observatório da Indústria Cultural – UFF); Cláudio Baltar (Intrépida Trupe); e Jailson de Souza (Observatório de Favelas).
Salão lotado e ouvidos atentos foi o momento em que trouxe, de dentro da favela, o criador da ONG Observatório das favelas, Jailson de Souza, reflexões, nem sempre agradáveis, aos que acham estarem ajudando comunidades carentes com projetos de extensão . “É muito complicado achar que fazer trabalhos nas favelas é uma forma de ajudar, quando na verdade o que acontece é partilhar”, argumentou Jaílson.
Outros aspectos como os mitos da classe média em relação às favelas também provocou olhares reflexivos. O fato de o tráfico ser usado como desculpa para todos os investimentos é uma das armas políticas sobre a “inocência” da classe média, que segundo Jailson, não tem conhecimento de que apenas uma minoria da população nas favelas estar envolvida no tráfico. “A imagem vendida que as favelas sobrevivem do tráfico é uma cômoda imagem proliferada pela mídia que injustiça a maioria trabalhadora”
Ainda trazendo a divisão de realidades da sociedade carioca, Jailson pautou-se em dois aspectos para mostrar a divisão da cidade. Um foi o fato de a zona oeste ser considerada fora da cidade e outro foi a divisão das opiniões na recente eleição à prefeitura, que mostrou a disparidade de pensamentos. Para ele, é preciso ter uma visão integral da cidade através do contato entre as diferenças. “Só o encontro das diferenças vai construir uma cidade uma”.
O professor Muniz Sodré apresentou um discurso complementar ao de Jailson, mas se ateve ao papel da mídia na construção da realidade. Sodré chamou atenção para o fato de a mídia não ter interesse em construir a cidadania e colocou a comunicação comunitária como a única coisa nova. A importância da vida em comunidade também foi colocada pelo professor como um dos aspectos destruídos pela mídia, que prolifera a falsa idéia de sociedade, quando a vida se dá em comunidade, sendo a sociedade uma utopia. “O que nos determina como sujeito é a vida em comunidade, que é um lugar de tensões e sem tensões não há transformações nem trabalho”.
Concluindo seu pensamento, Sodré alertou os presentes à necessidade de reinterpretar a mídia estando atento, principalmente, para o principal papel dela hoje que é a aceleração do consumo, o que distorce o conceito original de cidadania para uma cidadania com consumo.
No sábado, 8 de novembro, ainda ocorreram oficinas de rádio livre, cinema radical e jornal popular. Na parte da manhã, as oficinas ocorreram na ECO e depois continuaram no Alemão em parceria com o Grupo sócio cultural Raízes em Movimento.
O evento foi uma oportunidade de refletir sobre parâmetros que regem a vida contemporânea, abrindo espaço pra uma reformulação de conceitos, reforçando o papel da universidade como um espaço para a mudança reflexiva.




Vivianne Inojosa

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Ferramenta para teste de usabilidade

Andei pesquisando e, não sei se é novidade para todos, mas existe uma ferramenta gratuita que pode medir e reconhecer se a usabilidade de seu site tem sucesso perante o usuário. Dá para ver o comportamento do site na web e testar como o usuário se comportaria visitando seu site, basta instalar essa ferramenta gratuita de eyetracking desenvolvida utilizando o Adobe AIR.

Esta aplicação é um navegador web baseado no Safari onde a navegação segue os movimentos do mouse, tirando o foco do resto da página. É uma forma de medir a Usabilidade e a Acessibilidade de suas páginas web, requerimentos obrigatórios hoje em qualquer site web. No vídeo abaixo você pode ver como a ferramenta funciona:









Se ainda tem interesse em ver mais ferramentas gratuitas de usabilidade, basta visitar o site da CSSAddict.


Fonte: Pinceladas da web

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Guia do Jornalismo na Internet

Este artigo da UFBA traz um manual sobre como fazer jornalismo na internet.
O guia aborda diversos aspectos do jornalismo digital, como design, interatividade, hipertexto, multimídia, notícias personalizadas e publicidade.
A leitura possibilita uma visão ampla da atual situação das publicações eletrônicas na rede e pode ajudar bastante na reformulação do site da ECO.

Site da ECO é reformulado pelos próprios alunos

O site da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO) está sendo objeto de estudo das disciplinas eletivas Laboratório de Desing de Interfaces e Comunicação em Mídias Digitais. É a oportunidade dos alunos aplicarem a teoria estudada na prática. Assim, de acordo com Cristina Monteiro, há um benefício duplo: para a escola e para os alunos que exercem a prática da disciplina interferindo no principal meio de comunicação entre eles e a Escola.
Para assistir ao vídeo da matéria vá ao site.


Vivianne Inojosa

HEURÍSTICAS

Oi, pessoal!

No trabalho do meu grupo, sobre heurísticas, nos dividimos nas tarefas e eu fiquei encarregada de analisar os itens “ECO”, “EVENTOS”, “LANÇAMENTOS” e “CURSOS, CONCURSOS, ESTÁGIOS E BOLSAS” do menu central do portal da ECO.

Abaixo, seguem alguns pontos da minha conclusão que podem contribuir para a melhoria do site.

- A proposta é deixar a primeira página clean, organizando todas as informações que estão ali jogadas em “menus”. Assim, a página funcionaria como um cartão de visitas. Poderia ter apenas uma foto da faculdade, uma pequena introdução (algo em torno de 5 linhas, dizendo para que serve o site), endereço da ECO, e um menu com links que levem o internauta às informações que procura. Exemplo: www.esdi.uerj.br.

Portanto, os itens analisados (ECO, EVENTOS, LANÇAMENTOS e CURSOS, CONCURSOS, ESTÁGIOS E BOLSAS deveriam se transformar, cada um, em um item de um menu, de forma a limpar a confusão de informações na página principal. Mas no menu da esquerda, por exemplo, já existe um item chamado “Agenda”. Ele confrontaria com o novo item “Eventos”. Então, é preciso tomar cuidado com ambigüidades como essa e decidir se os conteúdos podem, ou não, serem unificados, tornando-se um só sob um mesmo item do menu.

- A navegação entre as páginas é confusa. Alguns links levam a outras páginas, fora do portal, e outras levam a um “beco sem saída”. Falta o comando “voltar”.

- Como já citado, o site da ECO é muito denso em informação, que está espalhada, deixando o usuário perdido. Os quadradinhos que ficam piscando na tela, ao lado de cada notinha, atrapalham a leitura e distraem. Deveriam ser estáticos. O que falta, também, é colocar datas ao lado das notinhas, como aparece ao lado de cada notinha no plantão de um site jornalístico, como no exemplo a seguir, retirado do site G1 no sábado, dia 25/10/2008:

20h31 | Eleições 2008

Presidente do TSE recomenda voto em candidatos honestos

20h22 | São Paulo

Em três horas de blitze, dois motoristas alcoolizados são multados em SP

No site da ECO, não é tão necessário aparecer o horário em que a notinha foi colocada, mas é essencial que apareça a data, até para que o usuário se localize no tempo. Sem data, o usuário não sabe se está clicando em uma informação nova ou velha. E, por falar em informação velha, é importante, também, limpar, deletar ou hierarquizar as notinhas, colocando as de estágio que já encerraram a inscrição, por exemplo, abaixo da snotinhas mais “quentes”, que acabaram de sair. É o que o próprio site do G1, citado no exemplo acima, faz. O que é acontecimento novo fica em cima do que é mais velho.

- Remover dados/páginas desatualizados, como páginas convidando os usuários a participarem de processos seletivos e eventos que já ocorreram. Ou jogar esses dados para um “banco” de pesquisa, como “Veja notícias mais antigas”.

Heurística

Heurística 1 - Visibilidade e reconhecimento do estado ou contexto atual, e condução do usuário

- O portal da ECO falha já nessa primeira heurística. A página deixa o internauta desorientado com tantas informações “jogadas”, descentralizadas. O menu à esquerda não dá cabo de todas as informações e está quase invisível no meio de tanta bagunça e de logotipos espalhados. A proposta, então, é deixar a primeira página clean, organizando todas as informações que estão ali jogadas em um “menu”. Assim, a página funcionaria como um cartão de visitas. Poderia ter apenas uma foto da faculdade, uma pequena introdução (algo em torno de 5 linhas, dizendo para que serve o site), endereço, e um menu com links que levem o internauta às informações que procura. Exemplo: http://www.esdi.uerj.br/

- A navegação entre as páginas é confusa. Alguns links levam a outras páginas, fora do portal, e outras levam a um “beco sem saída”. Falta o comando “voltar”.


Heurística 2 - Projeto estético e minimalista

- Como já citado, o site da ECO é muito denso em informação, que está espalhada, deixando o internauta perdido.

- Os quadradinhos que ficam piscando na tela atrapalham a leitura e distraem. Deveriam ser estáticos.

- “Ensino”, “Pesquisa” e “Administração” estão escondidos num menu em cima, à direita. Os menus deveriam ser centralizados, formando um só. O ideal seria que ficasse no centro, à esquerda

- Falta um FAQ

- “Memória da ECO”, item do menu à esquerda, deveria ser o primeiro item do menu, pois funciona como introdução. A esse item deveria seguir “Ensino” (conheça os cursos) e, depois, “Administração”, “Serviços”, “Pesquisa”, “Publicações”, “Interseções”, “Sintonia”, “Contatos”, FAQ e “Mapa do site”.

- Criar um buscador interno, para que o internauta possa localizar conteúdos específicos, como nesse exemplo: http://www.alzado.org/think/nyt.html

- Dentro de “contatos”, item do menu à esquerda, há um outro item não correlacionado que diz “escrever artigo”. Este deveria ser um link à parte, com seu devido destaque, já que tem bastante importância (não deve ficar escondido). Integração dos conteúdos gerados pelos usuários. Em sites pequenos se deve buscar a relação personalizada com os usuários.

- Os espaços “em branco” ajudam os usuários a entender a distribuição de objetos em uma página. Mas podemos mudá-lo para uma cor clarinha, tom pastel, pois o branco dá idéia de “rascunho”.



Heurística 3 - Controle do usuário

- Os links muitas vezes direcionam a sites fora do portal da ECO, sem que o internauta saiba para onde está indo.

- Apresentar em destaque o nome da página principal em todas as páginas componentes do portal, preferencialmente no canto superior esquerdo.

- Evitar o scroll lateral (no site, há esse tipo de scroll, mas ele não faz nem sentido, porque a informação já cabe toda na página).

Heurística 4 - Flexibilidade e eficiência de uso

- Itens como “Interseções” e “Sintonias” não dizem muita coisa por si só. Os nomes poderiam ser alterados, para facilitar a identificação do conteúdo ao qual o item do menu leva.

- Projetar a página de forma que as informações ou elementos importantes estejam visíveis, sem a necessidade de rolagem vertical ou horizontal da tela. Muito do que está jogado na tela, como “EVENTOS” e “CURSOS, CONCURSOS, ESTÁGIOS E BOLSAS” pode ser colocado em links, centralizando a informação.


enviado por e-mail por Daniela Pessoa

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Corrigindo...

Estou mandando o link completo.

Parece que na hora em que salvei, algum pedacinho foi cortado...

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85126-8380,00.html

Entrevista com Jimmy Wales - O fundador da Wikipedia

Pessoal,

estou postando uma entrevista com o fundador da Wikipedia, Jimmy Wales.

Destaco a parte na qual ele fala sobre como os países participam de formas diferentes na colaboração.

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85126-8380,00.html

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

você sabia?

estou tomando a liberdade de postar aqui no blog um vídeo que achei interessante e que tem a ver com os outros que a Cristina já passou.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Palestras.

O portal Terra organizou um encontro de especialistas chamado Media On - 1° seminário de jornalismo online, com convidados importantíssimos.

O link : http://mediaon.terra.com.br/2007/extras.htm

As palestras serão discutidas em sala de aula, não percam!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

análise grupo de heurística (rascunho inicial)

ANÁLISE DO SITE – ESCOLA DE COMUNICAÇÃO UFRJ

1. AGENDA

1.1) Calendário acadêmico
- Remete ao site da Pró-Reitoria de Graduação – PR1 UFRJ
- Não fica claro do que se trata, pois o usuário que clica nessa opção acha que terá acesso diretamente ao calendário da ECO.

1.2) Calendário de defesas
- É um link dentro do próprio site da ECO, o que já fica diferente do link anterior.
- Não contém as datas de defesas, apenas instruções de como as pessoas interessadas em assistir as defesas devem se comportar.
- O texto “Visite constantemente...” é muito vago para o usuário. O ideal é fornecer alguma estimativa de data a partir da qual a informação estará disponível no site.
- É importante deixar claro logo no primeiro parágrafo que se trata de uma atividade da pós-graduação, a exemplo da explicação relacionada às monografias (a seguir).

1.3) Calendário de monografias
- Substituir o texto “Visite constantemente...” como já sugerido na seção “Calendário de defesas”.

1.4) Cursos
- O link não leva lugar nenhum!
- É nesse espaço que deveriam estar explicações sobre as habilitações e o curso de Direção Teatral? Ou sobre os cursos de Comunicação Social e Direção Teatral, e dentro de Comunicação social, as habilitações?

1.5) Eventos
- Aparece o seguinte aviso: Conteúdo sem levantamento

1.6) Horário das aulas
- Ao clicar nessa opção, o usuário vai para a grade do Ciclo Básico. Porém, ao clicar em alguma habilitação, não consegue retornar ao Ciclo Básico.

OBSERVAÇÃO GERAL: Há conteúdos que não deveriam estar na seção “Agenda”.
-Podem fazer parte: Calendário acadêmico, Calendário de defesas, Calendário de monografias e Eventos.
- Eventos: Por ser uma seção com muitas informações, é recomendável que esteja separado.
- Não devem fazer parte: Eventos e Horários das aulas
- Horário das aulas: O ideal é que estejam em uma parte inteiramente dedicada a informações para os alunos.

2. SERVIÇOS

2.1) Adufrj
- Direciona para o site da Seção Sindical dos Docentes da UFRJ
- Talvez fosse melhor colocar esse conteúdo em outra seção que não fosse a de serviços, como por exemplo, links importantes, links relacionados, etc.

2.2) DAE – Divisão de ...?
- O link não leva a lugar nenhum!!

... FORMULÁRIOS
- Nessa parte constam os formulários usados pela ECO disponíveis para download.
- Sugestão: Rever todos e atualizá-los.

2.3) Histórico escolar
- Direciona para a página da Intranet UFRJ

2.4) Intranet da UFRJ
- Direciona para a página da Intranet UFRJ, assim como o anterior.

2.5) Inscrição em disciplina
- Direciona para a página da Intranet UFRJ, assim como os dois anteriores.

2.6) Livrarias, bancos, papelarias, etc.
- Informações sobre serviços no campus da Praia Vermelha: livrarias, agências bancárias, serviços de fotocópia e correios.

2.7) Plataforma Lattes
- O link não leva a lugar nenhum, e não é um problema da Plataforma Lattes, ou seja, o link no site da ECO deve estar errado.

2.8) Siape net
- Direciona para o site do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos.
- Qual o objetivo de manter esse link no site da ECO?

2.9) Sigma
- Direciona para a página do Espaço Sigma.

2.10) Sintufrj
- Direciona para o site do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ.

2.11) Vestibular UFRJ
- Direciona para o link do Vestibular.

2.12) Webmail
- Direciona para o webmail da ECO.
- É pouco divulgado. Há muitos usuários?
- Sugestão: criar uma Intranet específica para os alunos da ECO, em que seria possível, dentre outras tarefas, acessar o webmail.

OBSERVAÇÃO GERAL: Alguns desses links não deveriam estar na parte “Serviços”. Sugiro discutirmos esse conteúdo e definirmos o que é mais apropriado. Além disso, alguns links poderiam estar em um espaço separado e com uma identificação do que se tratam.

3. PUBLICAÇÕES
3.1) E-Pós
- Direciona para o link da revista da pós-graduação

3.2) Semiosfera
- Direciona para a página da revista Semiosfera – Comunicação e Cultura.

OBSERVAÇÃO GERAL: Levantar a existência de outras revistas ligadas à ECO.

4. INTERSEÇÕES


Enviado por e-mail por Andressa Spata

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Idéias do grupo de Conteúdo

CARÊNCIA DE IMAGENS: o site possui poucas imagens e fotos. Na home, por exemplo, elas deveriam acompanhar as chamadas e manchetes, tornando o conteúdo mais atrativo.

LETRA PEQUENA: Todos os textos do site possuem letra muito pequena, tanto na home quanto nos conteúdos internos, o que dificulta a leitura. O ideal seria poder escolher o tamanho da tipografia, recurso disponível em outros sites.

CONTEÚDO DESATUALIZADO E "POBRE": O conteúdo do site está completamente desatualizado e possui destaques na home que aconteceram no mês de abril. Propomos que haja um rodízio entre a equipe de conteúdo para realizar as atualizações e manter os calendários de eventos em dia. Além disso, o conteúdo poderia ser enriquecidos com coberturas dos eventos já realizados, com texto, video e fotos. Os próprios alunos poderiam ser os produtores desse material.

LINKS ERRADOS: Muitos links do site mandam o internauta para uma página completamente diferente do que ele deseja, além de haver muitos links que levam para páginas em construção ou que não existem. A equipe de conteúdo deve fazer uma "limpeza" nessa área e eliminar todos os links desnecessários, além de corrigir os que não estão condizentes. Não adianta nada haver conteúdo extra com links se eles não funcionam.

ÁREA DO ALUNO: O site pode conter uma área exclusiva para assuntos de interesse dos alunos, com calendários de atividades no campus, programa das disclipinas, apresentação dos professores e quem sabe até uma rede de relacionamento virtual, um espaço de troca de idéias e informações entre os alunos.

QUALIDADE DOS TEXTOS: algumas notícias parecem reproduzir integralmente releases recebidos. O resultado são textos longos e pouco informativos. O ideal é que o site possa gerar conteúdo próprio, que tenha cara de seus alunos.

INCREMENTAÇÃO DO CONTEÚDO E DA INTERATIVIDADE: Junto às reportagens, devem ser oferecidos links que tratam de assuntos semelhantes, de reportagens antigas sobre o assunto ou sites complementares. Os usuários devem poder fazer comentários, além de postar diretamente conteúdos produzidos por eles mesmo.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Idéias do grupo de Design

- Criar links com apelo 3D, para eliminar a sensação “chapada” do site atual (ex: http://www.coppe.ufrj.br/ - atenção aos links).
- As seções institucionais que se encontram à esquerda do site atual devem ser dispostas nesses links 3D.
- As seções de serviço público do site, como: notícias, estágios e bolsas, congressos, curiosidades, ou seja, as que não são necessariamente institucionais, devem ser alocadas em um sistema de abas, semelhante a uma pasta de arquivos (ex: http://www.copacampus.com.br/ix_copacampus/ - Atenção às abas abaixo do Header).
- Criar um Header (Cabeça) para o site dentro dos motivos da ECO.
(ex. de disposição de links e Header para o site: http://www.bioqmed.ufrj.br/ )
- Dar uma cara menos conservadora ao logotipo da ECO.
- Manter um padrão estrutural para o Header, porém sempre alterando as imagens de referência de acordo com o link selecionado. Ajuda a situar o usuário no site (ex: www.ufrj.br – nesse site a mudança de imagens conforme clicamos nos links não está fazendo muito sentido, mas a idéia é que no site da ECO a imagem seja uma referência direta ao tema do site, por exemplo, ao clicarmos no link [notícias] aparecer a foto de uma página de jornal ou de uma máquina de escrever no Header).
- Criar um espaço próprio para matérias eventos e conteúdos da semana. Alocar as manchetes mais importantes em um visor dinâmico de destaque. Desse modo nos eventos coberturas e logotipos não ficariam mais “voando” no fundo branco do site. (ex: http://www.esporteinterativo.com.br/ ) – Voltado praticamente para o público universitário, que gosta de saber o que está acontecendo na ECO.
- Dar destaque para as Habilitações e para o Ciclo Básico em boxes também em plano de destaque no site; talvez alocados logo abaixo do visor automático (ex: http://www.mudes.org.br/ ) – Voltado basicamente para o público vestibulando, que está interessado em prestar vestibular e conhecer as habilitações da UFRJ.
Há outras mudanças mais detalhistas, porém basicamente as grandes alterações seriam estas. O restante se negocia durante a prática.


grupo:


Monike Mar

Monique Pereira

Priscila Biancovilli

Resenhas - como fazê-las.

Dicas para as Resenhas

1. Identificação da obra: coloque os dados bibliográficos
essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;
2. Apresentação da obra: descreva em poucas linhas todo o
conteúdo do texto a ser resenhado;
3. Descrição da estrutura da obra: apresente a divisão
utilizada em capítulos, em seções, qual o foco narrativo ou até, de
forma sutil, o número de páginas do texto completo;
4. Descrição do conteúdo: Utilize de 3 a 5 parágrafos para
resumir claramente o texto resenhado;
5. Analise crítica: Dê sua opinião. Argumente baseando-se em
teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo
utilizando explicações que foram dadas em aula. Não é necessário
dedicar mais do que 3 parágrafos para isso.
6. Identificação do autor da obra: Fale brevemente da vida e de
algumas outras obras do escritor ou pesquisador.
7. Assine e identifique disciplina e professor.

http://www.lendo.org/como-fazer-uma-resenha/
http://www.pucrs.br/gpt/resenha.php
http://www.caminhosdalingua.com/Resenha.html

Site para acompanhar o noticiário jornalístico internacional:
http://www.indekx.com


Importante: As resenhas só serão aceitas se entregues até três dias fora do prazo, e o atraso implica em perda de meio ponto por trabalho atrasado.

As datas ainda não foram divulgadas.