Reunir em um só lugar as atualizações de vários sites é o principal atrativo do RSS. O usuário ganha tempo, pois não precisa visitar seus favoritos um por um, além de evitar o risco de esquecer de checar as novidades nas páginas de sua preferência. O RSS é utilizado principalmente para acompanhar blogs e sites de notícias, que são atualizados constantemente.
As atualizações chegam ao conhecimento dos usuários através dos chamados feeds, que são arquivos gerados pelos administradores dos sites. Esses arquivos, padronizados mundialmente na linguagem XML (Extensible Markup Language), contêm as modificações e alterações das páginas.
Para receber essas atualizações é preciso usar um agregador, programa que interpreta e transcreve as informações mandadas pelos sites. Existem dois tipos de agregadores: os que precisam ser instalados no computador e os que ficam online e podem ser acessados de qualquer lugar.
No geral, a diferença entre os agregadores de RSS é praticamente igual aos de e-mail: pode-se escolher entre usar um programa que baixe todas as mensagens para o computador, como o Microsoft Outlook, ou simplesmente visitar a página do provedor e checar online a correspondência eletrônica, como no gmail.com ou no Yahoo.com.br .
Ao contrário do e-mail, o RSS não tem possibilidade de mensagens não solicitadas. Para receber as atualizações, o usuário precisa inscrever o feed do site em seu agregador. Por ser uma decisão voluntária, segundo especialistas como Dan Gilmor, o usuário sente-se mais confortável do se tivesse recebido uma newsletter com o novo conteúdo publicado.
O administrador tem três opções de feeds: o conteúdo integral da atualização, uma quantidade determinada de caracteres do texto ou apenas o título da publicação. Nos dois últimos casos, se o usuário der um duplo clique sobre a atualização, será direcionado ao conteúdo total.
Para assinar o feed, geralmente, basta clicar sobre um dos símbolos-padrão: 
O link direciona para uma página onde o usuário tem as opções de inscrição.
Não é preciso ser um grande portal para enviar atualizações através de RSS. Todos os grandes servidores de blog, como o Blogger e o Wordpress, geram automaticamente feeds para os bloggers. Ou seja, um usuário comum, sem grandes conhecimentos de internet, terá a sua disposição uma poderosa ferramenta de fidelização de leitores.
História
Para os padrões da Internet, a linguagem é até antiga, de 1999. Criada por Dan Libby, para o portal My Netscape. A empresa acabou abandonando o projeto por considerá-lo inviável. Vário grupos de desenvolvedores resolveram dar continuidade à idéia e acabaram criando padrões distintos para o RSS.
Por isso, a sigla RSS tem mais de um significado: RDF Site Summary, Really Simple Syndication e Rich Site Summary. Independente do que signifique, o processo de funcionamento é o mesmo.
Ela começou a se popularizar no ano 2000, quando algumas das maiores empresas de notícias como a Reuters, CNN, e a BBC passaram oferecer seus feeds. Hoje todos os grandes portais a utilizam. Alguns, como o G1, têm seções especiais destinadas a ensinar o internauta a usar essa tecnologia.
Todos os navegadores, inclusive o Internet Explorer e o Firefox, disponibilizam agregadores de feed. Além deles, existem vários agregadores online gratuitos:
- Google Reader
- Akregator
- BlogTok
- RSS Owl
- FeedReader
- Active Web Reader
- Pluck RSS Reader
- RSS Bandit
- Blam Feed Reader
- ThinFeeder
- NewzJournal
- Liferea
Saiba Mais:
http://www.infowester.com/rss.
http://pt.wikipedia.org/wiki/
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