quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Del.icio.us
Ele oferece um serviço on-line que permite que você adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web ele é uma ferramenta para arquivar e catalogar seus sites preferidos para que você possa acessá-los de qualquer lugar. Serviço similares, de compartilhamento de links favoritos, costumam ser conhecidos pelo termo em inglês "social bookmarks".
Você também pode compartilhar seus bookmarks com os amigos e visualizar os favoritos públicos de vários membros da comunidade. Além desse uso o delicious pode ser usado para criar listas de presentes, para acompanhar web-sites que tem conteúdo e links dinâmicos e para pesquisas sobre qualquer assunto.
O Mozilla Firefox possui uma extensão que facilita o uso do site. Após instalada em seu navegador, aparecerão dois ícones: um, representado pelo ícone do delicious, é um link para a página oficial do serviço ou para a página inicial de favoritos do usuário "logado" atualmente; o outro, uma etiqueta com o nome tag, deve ser usado para adicionar páginas aos seus favoritos. Ao usar a função TAG THIS da extensão, surgirá uma pop-up pedindo que você descreva o site e crie tags para ele. Em outros navegadores, ou mesmo no Mozilla Firefox, é possível adicionar dois links na barra de favoritos, os quais realizam o mesmo que os ícones da extensão: adicionar páginas ao seus favoritos; e entrar na sua página inicial de links ou na página inicial do serviço."
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Portal IACS
Segue abaixo um projeto de portal universitário muito interessante, criado pela estudante de jornalismo Natalia Weber, do IACS-UFF. Diferente de nós, que temos o site da ECO (por mais "primitivo" que seja, não deixa de ser um site...), o pessoal da comunicação da UFF sequer tem um portal oficial. A idéia proposta abaixo não é a que estamos querendo desenvolver neste primeiro momento, mas fica a dica para, quem sabe, em um futuro próximo, consigamos desenvolver algo de tamanho porte.
Portal IACS!
- O Portal IACS! seria um portal de comunicação integrado, que abre espaço para vários tipos de produção: TV Web, rádio, e notícias.
- O Portal IACS! precisa ser um trabalho profissional, uma coisa em que todos se sentissem fazendo parte, sentissem que aquilo contribui para suas carreiras com prática e visibilidade - este o nosso grande peixe, pois seria um ótimo portfolio. Os vários conteúdos seriam divididos em módulos, grupos que se responsabilizariam por produzir o conteúdo discutido. Com discussão prévia e revisão de professores, mas com liberdade o suficiente pra deixar a criatividade rolar. Não pode se prender muito a burocracia também...
- O Portal IACS! integraria jornalismo e publicidade: publicitários têm atuação decisiva no branding, layout, divulgação e disseminação do site. Eles teriam espaço para veiculação de vários spots, conteúdo próprio.
- TV Web englobaria jornalismo e produção livre: webcasts, reportagens, especiais, programas de música, humor, denúncia, o que for sugerido e acordado. Esquema de vídeos curtos, em capítulos, com interação e linguagem leve "videoclip". É vídeo caseiro, de máquina digital, celular, câmera da vó, editado no Movie Maker se preciso. Se não puder fazer streaming the vídeo no site, dá-lhe Youtube!
- Rádio: spots de rádio e podcasts sobre assuntos variados e reportagens. (Rádio Tube)
- Notícias: conteúdo jornalístico em várias mídias.
- Toda programação deve ser produzida pelos alunos. O apelo deve ser para fazer algo sério, mas simples. Temos que aproveitar a linguagem mais leve, mais "youtube", pra quebrar esse quadrado da comunicação. O sucesso do Youtube é mesmo um exemplo: as pessoas adoram surfar por aqueles vídeos. Devemos aproveitar isso.
- Mais importante, nosso projeto deve ser encarado como algo sério, como nosso portfolio, como nossa voz. Penso que teria uma grande aderência dos calouros, que ainda não têm estágios que possam tirar o tempo. Mas temos que divulgar, ser uma coisa profissional, um aspecto "para fora", não somente pra ficar entre os alunos daqui. Temos que virar referência.
Todas essas idéias têm tudo pra funcionar, se nós nos dispormos a fazer algo. Não é difícil, é simples, com organização e entusiasmo. Não deveria esbarrar na burocracia da UFF (que mataria qualquer idéia criativa), então não sei se procede ser o site do departamento. Mas imagine que legal seria se fosse? Imagine como a UFF teria uma visibilidade positiva? Pensemos nisso!
RSS
Reunir em um só lugar as atualizações de vários sites é o principal atrativo do RSS. O usuário ganha tempo, pois não precisa visitar seus favoritos um por um, além de evitar o risco de esquecer de checar as novidades nas páginas de sua preferência. O RSS é utilizado principalmente para acompanhar blogs e sites de notícias, que são atualizados constantemente.
As atualizações chegam ao conhecimento dos usuários através dos chamados feeds, que são arquivos gerados pelos administradores dos sites. Esses arquivos, padronizados mundialmente na linguagem XML (Extensible Markup Language), contêm as modificações e alterações das páginas.
Para receber essas atualizações é preciso usar um agregador, programa que interpreta e transcreve as informações mandadas pelos sites. Existem dois tipos de agregadores: os que precisam ser instalados no computador e os que ficam online e podem ser acessados de qualquer lugar.
No geral, a diferença entre os agregadores de RSS é praticamente igual aos de e-mail: pode-se escolher entre usar um programa que baixe todas as mensagens para o computador, como o Microsoft Outlook, ou simplesmente visitar a página do provedor e checar online a correspondência eletrônica, como no gmail.com ou no Yahoo.com.br .
Ao contrário do e-mail, o RSS não tem possibilidade de mensagens não solicitadas. Para receber as atualizações, o usuário precisa inscrever o feed do site em seu agregador. Por ser uma decisão voluntária, segundo especialistas como Dan Gilmor, o usuário sente-se mais confortável do se tivesse recebido uma newsletter com o novo conteúdo publicado.
O administrador tem três opções de feeds: o conteúdo integral da atualização, uma quantidade determinada de caracteres do texto ou apenas o título da publicação. Nos dois últimos casos, se o usuário der um duplo clique sobre a atualização, será direcionado ao conteúdo total.
Para assinar o feed, geralmente, basta clicar sobre um dos símbolos-padrão: 
O link direciona para uma página onde o usuário tem as opções de inscrição.
Não é preciso ser um grande portal para enviar atualizações através de RSS. Todos os grandes servidores de blog, como o Blogger e o Wordpress, geram automaticamente feeds para os bloggers. Ou seja, um usuário comum, sem grandes conhecimentos de internet, terá a sua disposição uma poderosa ferramenta de fidelização de leitores.
História
Para os padrões da Internet, a linguagem é até antiga, de 1999. Criada por Dan Libby, para o portal My Netscape. A empresa acabou abandonando o projeto por considerá-lo inviável. Vário grupos de desenvolvedores resolveram dar continuidade à idéia e acabaram criando padrões distintos para o RSS.
Por isso, a sigla RSS tem mais de um significado: RDF Site Summary, Really Simple Syndication e Rich Site Summary. Independente do que signifique, o processo de funcionamento é o mesmo.
Ela começou a se popularizar no ano 2000, quando algumas das maiores empresas de notícias como a Reuters, CNN, e a BBC passaram oferecer seus feeds. Hoje todos os grandes portais a utilizam. Alguns, como o G1, têm seções especiais destinadas a ensinar o internauta a usar essa tecnologia.
Todos os navegadores, inclusive o Internet Explorer e o Firefox, disponibilizam agregadores de feed. Além deles, existem vários agregadores online gratuitos:
- Google Reader
- Akregator
- BlogTok
- RSS Owl
- FeedReader
- Active Web Reader
- Pluck RSS Reader
- RSS Bandit
- Blam Feed Reader
- ThinFeeder
- NewzJournal
- Liferea
Saiba Mais:
http://www.infowester.com/rss.
http://pt.wikipedia.org/wiki/
Criação na Web
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
III Congresso de comunicação comunitária propõe comunidade acadêmica a refletir sobre a mídia e parâmetros estabelecidos.
Organizado pelo Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária (LECC) da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO), O evento teve início no dia 7 de novembro, quando reuniu em mesa redonda, no auditório Anísio Teixeira, Muniz Sodré (ECO/UFRJ); Adriana Facina (Observatório da Indústria Cultural – UFF); Cláudio Baltar (Intrépida Trupe); e Jailson de Souza (Observatório de Favelas).
Salão lotado e ouvidos atentos foi o momento em que trouxe, de dentro da favela, o criador da ONG Observatório das favelas, Jailson de Souza, reflexões, nem sempre agradáveis, aos que acham estarem ajudando comunidades carentes com projetos de extensão . “É muito complicado achar que fazer trabalhos nas favelas é uma forma de ajudar, quando na verdade o que acontece é partilhar”, argumentou Jaílson.
Outros aspectos como os mitos da classe média em relação às favelas também provocou olhares reflexivos. O fato de o tráfico ser usado como desculpa para todos os investimentos é uma das armas políticas sobre a “inocência” da classe média, que segundo Jailson, não tem conhecimento de que apenas uma minoria da população nas favelas estar envolvida no tráfico. “A imagem vendida que as favelas sobrevivem do tráfico é uma cômoda imagem proliferada pela mídia que injustiça a maioria trabalhadora”
Ainda trazendo a divisão de realidades da sociedade carioca, Jailson pautou-se em dois aspectos para mostrar a divisão da cidade. Um foi o fato de a zona oeste ser considerada fora da cidade e outro foi a divisão das opiniões na recente eleição à prefeitura, que mostrou a disparidade de pensamentos. Para ele, é preciso ter uma visão integral da cidade através do contato entre as diferenças. “Só o encontro das diferenças vai construir uma cidade uma”.
O professor Muniz Sodré apresentou um discurso complementar ao de Jailson, mas se ateve ao papel da mídia na construção da realidade. Sodré chamou atenção para o fato de a mídia não ter interesse em construir a cidadania e colocou a comunicação comunitária como a única coisa nova. A importância da vida em comunidade também foi colocada pelo professor como um dos aspectos destruídos pela mídia, que prolifera a falsa idéia de sociedade, quando a vida se dá em comunidade, sendo a sociedade uma utopia. “O que nos determina como sujeito é a vida em comunidade, que é um lugar de tensões e sem tensões não há transformações nem trabalho”.
Concluindo seu pensamento, Sodré alertou os presentes à necessidade de reinterpretar a mídia estando atento, principalmente, para o principal papel dela hoje que é a aceleração do consumo, o que distorce o conceito original de cidadania para uma cidadania com consumo.
No sábado, 8 de novembro, ainda ocorreram oficinas de rádio livre, cinema radical e jornal popular. Na parte da manhã, as oficinas ocorreram na ECO e depois continuaram no Alemão em parceria com o Grupo sócio cultural Raízes em Movimento.
O evento foi uma oportunidade de refletir sobre parâmetros que regem a vida contemporânea, abrindo espaço pra uma reformulação de conceitos, reforçando o papel da universidade como um espaço para a mudança reflexiva.
Vivianne Inojosa
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Ferramenta para teste de usabilidade
Esta aplicação é um navegador web baseado no Safari onde a navegação segue os movimentos do mouse, tirando o foco do resto da página. É uma forma de medir a Usabilidade e a Acessibilidade de suas páginas web, requerimentos obrigatórios hoje em qualquer site web. No vídeo abaixo você pode ver como a ferramenta funciona:
Se ainda tem interesse em ver mais ferramentas gratuitas de usabilidade, basta visitar o site da CSSAddict.
Fonte: Pinceladas da web
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Guia do Jornalismo na Internet
O guia aborda diversos aspectos do jornalismo digital, como design, interatividade, hipertexto, multimídia, notícias personalizadas e publicidade.
A leitura possibilita uma visão ampla da atual situação das publicações eletrônicas na rede e pode ajudar bastante na reformulação do site da ECO.
Site da ECO é reformulado pelos próprios alunos
Para assistir ao vídeo da matéria vá ao site.
Vivianne Inojosa
HEURÍSTICAS
No trabalho do meu grupo, sobre heurísticas, nos dividimos nas tarefas e eu fiquei encarregada de analisar os itens “ECO”, “EVENTOS”, “LANÇAMENTOS” e “CURSOS, CONCURSOS, ESTÁGIOS E BOLSAS” do menu central do portal da ECO.
Abaixo, seguem alguns pontos da minha conclusão que podem contribuir para a melhoria do site.
- A proposta é deixar a primeira página clean, organizando todas as informações que estão ali jogadas em “menus”. Assim, a página funcionaria como um cartão de visitas. Poderia ter apenas uma foto da faculdade, uma pequena introdução (algo em torno de 5 linhas, dizendo para que serve o site), endereço da ECO, e um menu com links que levem o internauta às informações que procura. Exemplo: www.esdi.uerj.br.
Portanto, os itens analisados (ECO, EVENTOS, LANÇAMENTOS e CURSOS, CONCURSOS, ESTÁGIOS E BOLSAS deveriam se transformar, cada um, em um item de um menu, de forma a limpar a confusão de informações na página principal. Mas no menu da esquerda, por exemplo, já existe um item chamado “Agenda”. Ele confrontaria com o novo item “Eventos”. Então, é preciso tomar cuidado com ambigüidades como essa e decidir se os conteúdos podem, ou não, serem unificados, tornando-se um só sob um mesmo item do menu.
- A navegação entre as páginas é confusa. Alguns links levam a outras páginas, fora do portal, e outras levam a um “beco sem saída”. Falta o comando “voltar”.
- Como já citado, o site da ECO é muito denso em informação, que está espalhada, deixando o usuário perdido. Os quadradinhos que ficam piscando na tela, ao lado de cada notinha, atrapalham a leitura e distraem. Deveriam ser estáticos. O que falta, também, é colocar datas ao lado das notinhas, como aparece ao lado de cada notinha no plantão de um site jornalístico, como no exemplo a seguir, retirado do site G1 no sábado, dia 25/10/2008:
20h31 | Eleições 2008
Presidente do TSE recomenda voto em candidatos honestos
20h22 | São Paulo
Em três horas de blitze, dois motoristas alcoolizados são multados em SP
No site da ECO, não é tão necessário aparecer o horário em que a notinha foi colocada, mas é essencial que apareça a data, até para que o usuário se localize no tempo. Sem data, o usuário não sabe se está clicando em uma informação nova ou velha. E, por falar em informação velha, é importante, também, limpar, deletar ou hierarquizar as notinhas, colocando as de estágio que já encerraram a inscrição, por exemplo, abaixo da snotinhas mais “quentes”, que acabaram de sair. É o que o próprio site do G1, citado no exemplo acima, faz. O que é acontecimento novo fica em cima do que é mais velho.
Heurística
- O portal da ECO falha já nessa primeira heurística. A página deixa o internauta desorientado com tantas informações “jogadas”, descentralizadas. O menu à esquerda não dá cabo de todas as informações e está quase invisível no meio de tanta bagunça e de logotipos espalhados. A proposta, então, é deixar a primeira página clean, organizando todas as informações que estão ali jogadas em um “menu”. Assim, a página funcionaria como um cartão de visitas. Poderia ter apenas uma foto da faculdade, uma pequena introdução (algo em torno de 5 linhas, dizendo para que serve o site), endereço, e um menu com links que levem o internauta às informações que procura. Exemplo: http://www.esdi.uerj.br/
- A navegação entre as páginas é confusa. Alguns links levam a outras páginas, fora do portal, e outras levam a um “beco sem saída”. Falta o comando “voltar”.
Heurística 2 - Projeto estético e minimalista
- Como já citado, o site da ECO é muito denso em informação, que está espalhada, deixando o internauta perdido.
- Os quadradinhos que ficam piscando na tela atrapalham a leitura e distraem. Deveriam ser estáticos.
- “Ensino”, “Pesquisa” e “Administração” estão escondidos num menu em cima, à direita. Os menus deveriam ser centralizados, formando um só. O ideal seria que ficasse no centro, à esquerda
- Falta um FAQ
- “Memória da ECO”, item do menu à esquerda, deveria ser o primeiro item do menu, pois funciona como introdução. A esse item deveria seguir “Ensino” (conheça os cursos) e, depois, “Administração”, “Serviços”, “Pesquisa”, “Publicações”, “Interseções”, “Sintonia”, “Contatos”, FAQ e “Mapa do site”.
- Criar um buscador interno, para que o internauta possa localizar conteúdos específicos, como nesse exemplo: http://www.alzado.org/think/nyt.html
- Dentro de “contatos”, item do menu à esquerda, há um outro item não correlacionado que diz “escrever artigo”. Este deveria ser um link à parte, com seu devido destaque, já que tem bastante importância (não deve ficar escondido). Integração dos conteúdos gerados pelos usuários. Em sites pequenos se deve buscar a relação personalizada com os usuários.
- Os espaços “em branco” ajudam os usuários a entender a distribuição de objetos em uma página. Mas podemos mudá-lo para uma cor clarinha, tom pastel, pois o branco dá idéia de “rascunho”.
Heurística 3 - Controle do usuário
- Os links muitas vezes direcionam a sites fora do portal da ECO, sem que o internauta saiba para onde está indo.
- Apresentar em destaque o nome da página principal em todas as páginas componentes do portal, preferencialmente no canto superior esquerdo.
- Evitar o scroll lateral (no site, há esse tipo de scroll, mas ele não faz nem sentido, porque a informação já cabe toda na página).
Heurística 4 - Flexibilidade e eficiência de uso
- Itens como “Interseções” e “Sintonias” não dizem muita coisa por si só. Os nomes poderiam ser alterados, para facilitar a identificação do conteúdo ao qual o item do menu leva.
- Projetar a página de forma que as informações ou elementos importantes estejam visíveis, sem a necessidade de rolagem vertical ou horizontal da tela. Muito do que está jogado na tela, como “EVENTOS” e “CURSOS, CONCURSOS, ESTÁGIOS E BOLSAS” pode ser colocado em links, centralizando a informação.
enviado por e-mail por Daniela Pessoa
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Corrigindo...
Parece que na hora em que salvei, algum pedacinho foi cortado...
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85126-8380,00.html
Entrevista com Jimmy Wales - O fundador da Wikipedia
estou postando uma entrevista com o fundador da Wikipedia, Jimmy Wales.
Destaco a parte na qual ele fala sobre como os países participam de formas diferentes na colaboração.
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85126-8380,00.html