domingo, 7 de dezembro de 2008

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mandado por e-mail por Bianca Souza.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Censura na Internet: Estados contra "ciberdissidentes"

No âmbito do jornalismo cívico e da ciberdemocracia, temas discutidos em sala e amplamente abordados no livro ‘Nós, os media’, achei interessante postar o texto a seguir. Trata-se de uma matéria publicada no jornal francês ‘Le Monde’, em agosto de 2007, que fala sobre a censura na Internet imposta pelos governos de alguns países.

É um texto um pouco longo, mas acredito que vale a pena conferir para termos conhecimento do controle que ainda limita a liberdade do fluxo de informações em escala global.


Censura na Internet: Estados contra "ciberdissidentes"

No decorrer de uma dezena de anos, a Internet se impôs como uma ferramenta essencial da vida democrática. No Ocidente, o ciberespaço revolucionou as campanhas eleitorais e propiciou o surgimento de um "jornalismo cidadão". Nas jovens democracias e nos regimes autoritários, ele forneceu uma arma temível aos defensores da liberdade de expressão e aos militantes democráticos: a arma da comunicação invisível. Inevitavelmente, esses regimes buscaram formas de controlar essa arma. E eles a encontraram - com a ajuda das grandes companhias de high-tech ocidentais.

Seja por meio de um arsenal repressivo ou tecnológico, certos países agem de todas as maneiras possíveis para tentar controlar a Internet, para impedir a circulação das idéias, das informações e das palavras de ordem independentes. Será que eles conseguem? Não de uma maneira plena e total, e não em todos eles. Como sempre acontece, é mais fácil controlar um pequeno país de que um grande, mas, conforme vêm constatando às suas custas os dirigentes chineses, a onda da Internet não é fácil de represar. Além disso, os internautas, em certos casos, também são muito fortes em tecnologia.

China - 40.000 policiais da Web contra 162 milhões de internautas

A "grande muralha virtual" erigida pelo governo chinês obriga os internautas a lançarem mão de estratégias de contorcionismo e a se submeterem a jogos de esconde-esconde. Encontrar soluções para blogs fechados, sites bloqueados, mensagens apagadas requer certa engenhosidade. Atravessar a linha vermelha pode custar caro: a ONG Repórteres sem Fronteiras estima que 52 ciberdissidentes estão atrás das grades atualmente na China. Em geral, eles são acusados de ter revelado segredos de Estado, um delito utilizado para enquadrar toda e qualquer infração, e que permite todos os abusos de poder.

A autocensura é sistemática: os portais (Sina, Sohu) ou os hospedeiros de blogs (Tianya) recebem, assim como todos os veículos de comunicação, circulares que enumeram os assuntos que não devem ser abordados - parecidas com a que o jornalista Shi Tao divulgou on-line em 2005, o que lhe valeu dez anos de prisão. A limpeza é efetuada (frases desaparecem dos blogs ou dos fóruns de discussão), antes mesmo que a polícia da Internet, que inclui de 30.000 a 40.000 membros, intervenha.Uma nova etapa acaba de ser galgada. Em 24 de agosto, os hospedeiros de blogs chineses, e até mesmo o Yahoo e a Microsoft (MSN) assinaram um "pacto de autodisciplina" por meio do qual eles se comprometem a não difundir "mensagens ilegais e errôneas" e a "proteger os interesses do Estado e do público chinês". Este "pacto" incentiva também os hospedeiros a identificarem os blogueiros.

Até então, o sistema de censura chinês havia sido seriamente posto à prova pelos 162 milhões de internautas recenseados, com os seus 20 milhões de blogs. A Internet tornou-se uma caixa de ressonância sem equivalente para a sociedade civil. Ela obrigou o partido a levar em conta uma opinião pública que ele desprezava, e vem alimentando uma imprensa que se mostra cada vez mais agressiva.

Em Xiamen, em maio, um ativista conseguiu, por meio do seu blog, mobilizar a população da cidade contra o projeto de construção de uma central petroquímica. Após terem enviado e recebido cerca de um milhão de mensagens SMS, os habitantes participaram de uma das maiores manifestações já organizadas numa grande cidade da China desde as concentrações maciças da Praça Tiananmen em 1989. "Os veículos de comunicação não puderam falar da manifestação. Mas muitos internautas se deslocaram às suas custas até o local e registraram os acontecimentos com um telefone celular ou ainda uma câmera, para depois difundir as imagens na Web. É um novo canal que permite uma expressão independente", explica Li Datong, o antigo redator-chefe da revista semanal "Bingdian", que foi despedido em 2006 por ter reproduzido on-line um sistema de penalidades imaginado pelos dirigentes do partido para sancionar os jornalistas críticos demais.

Revelada por uma reportagem televisiva, a escravidão generalizada que vem sendo praticada nas fábricas de isqueiros do Henan e do Shanxi tornou-se uma questão de importância nacional graças à Internet, por meio da qual os pais de crianças desaparecidas fizeram circular petições. Não há mais nada que parece poder deter a informação na China: o governo finalmente renunciou, em maio, a obrigar os autores de blogs a se registrarem previamente com a sua verdadeira identidade. A tarefa revelara-se complicada demais de implementar em tão grande escala.

Vietnã - Uma recente onda de processos

A utilização da Internet no Vietnã conheceu um progresso rápido, passando de 9 para 14 milhões de usuários, ou seja, 17% da população, entre 2005 e 2006. Muitos deles são jovens e se conectam nos cerca de 5.000 cibercafés do país, o que facilita o controle pelas autoridades. Com efeito, a legislação exige dos provedores de acesso e dos cibercafés que eles instalem softwares de vigilância, que eles conservem as informações sobre os usuários e denunciem aqueles que infringem a lei: todo conteúdo "que se opuser ao Estado, que procurar desestabilizar a segurança do Vietnã, a economia ou a ordem social, ou que incitar a oposição" é ilegal. Existem poucos motores de pesquisa vietnamitas, o que limita os acessos ao exterior. Segundo a ONG OpenNet Initiative, o Vietnã regulamenta de maneira extensiva o acesso à Internet, simultaneamente por meio da gestão da infra-estrutura e da filtragem do conteúdo, sobretudo político e social. A filtragem atinge também os sites das comunidades vietnamitas no exterior.

Em 2006, os internautas vietnamitas afastaram os limites da censura, conseguindo, entre outros, criar três publicações dissidentes. Preocupado em obter a sua inclusão na Organização Mundial do Comércio (OMC), o regime comunista permitiu que uma relativa tolerância se instaurasse. Um movimento democrático batizado de Bloc 8406, porque nascido em 8 de abril de 2006, desenvolveu-se na Web. Mas, em julho de 2006, uma lei destinada a impor uma disciplina aos jornais on-line entrou em vigor. O controle dos cibercafés foi reforçado e, em 2007, uma onda de processos arrebentou sobre os ciberdissidentes. Entre os dias 10 e 15 de maio, várias condenações de três a cinco anos de prisão foram pronunciadas e, segundo associações de defesa dos direitos humanos, nove ciberdissidentes e jornalistas estão atualmente encarcerados.

Contudo, apesar da repressão e da censura, a Internet continua sendo crucial para os opositores ativos como ferramenta de comunicação e de ligação com a diáspora vietnamita. Aqueles que possuem um know-how tecnológico sofisticado o suficiente conseguem driblar sem problema a filtragem. De maneira geral, conforme escreveu no "Times Ásia" o militante dos direitos humanos Nguyen Thanh Giang, "os fóruns de discussão aceleraram a abordagem e a atitude democrática".

Tunísia - Sob controle rígido

O governo tunisiano incentivou ativamente a aceleração do acesso à Internet, principalmente nas universidades e nas escolas. A oferta de programas de conexão gratuita, a viva concorrência entre os provedores de acesso, e a abertura de cibercafés, permitiram que cerca de 9% da população pudesse utilizar regularmente a Internet.

Entretanto, tudo isso vem sendo feito sob um controle rígido: os provedores de acesso devem transmitir as suas listas de assinantes para as autoridades. Os proprietários de cibercafés são considerados como responsáveis pelas páginas e os conteúdos que os clientes acessam e por tudo o que eles utilizam. Além disso, eles devem zelar para que os sites visitados não "perturbem a ordem pública". Segundo a OpenNet Initiative, a filtragem da Internet é efetuada pelo software SmartFilter, fabricado por uma sociedade americana da Silicon Valley, a Secure Computing. A Arábia Saudita, o sultanato de Omã, os Emirados Árabes Unidos e o Sudão também utilizam o SmartFilter.

Cuba - Conexões privadas, difíceis e raras

Totalmente dominada e controlada pelo poder, a imprensa oficial cubana implantou sem demora sites na Web (os do Granma, do Trabajadores, etc.), em várias línguas. Em contrapartida, o acesso dos cidadãos cubanos à Internet é severamente dificultado e controlado em diversos níveis.

Os cubanos proprietários de um computador (3,3 de computadores para cada 100 habitantes, uma das taxas mais reduzidas do mundo), precisam em primeiro lugar obter a autorização expressa das autoridades; além disso, desde 1996, eles devem pedir à única operadora da ilha, a companhia ETEC SA, um credenciamento obrigatório, mediante uma "justificativa válida", se eles quiserem dispor de uma linha e de uma assinatura. Isso equivale a dizer que as conexões privadas são raras. Apenas os altos responsáveis políticos, as embaixadas, as sociedades estrangeiras, os dirigentes universitários e as empresas voltadas para a exportação são equipados. De maneira geral, as mensagens que circulam na Web não devem "comprometer a segurança do Estado", nem transgredir as leis e os "princípios morais" do país.

Entretanto, Cuba desenvolveu, a partir de 2000, uma rede de cibercafés. Estes são caros para os cubanos; eles são vigiados (nem os opositores reconhecidos, nem os jornalistas independentes têm acesso a eles), e as suas conexões são lentas. Todo e qualquer usuário dever registrar o seu sobrenome, seu nome e seu endereço. Então, ele deve escolher entre um simples serviço de e-mails implantado pelo Estado (R$ 3,20 por uma hora) e um serviço chamado de "internacional", que dá acesso a toda a Internet (R$ 10,63 a hora, ou seja, mais de um terço do salário mensal médio de um cubano).

Curiosamente, segundo apurou a organização Repórteres sem Fronteiras após verificações recentes, todos os sites são acessíveis, inclusive aqueles da oposição cubana no exterior. Em contrapartida, certas palavras-chaves consideradas como potencialmente subversivas (tais como "Fidel"), quando são escritas num site de busca, indicadas em algum editor de texto ou numa mensagem eletrônica provocam invariavelmente a abertura de uma janela que traz a seguinte advertência: "Este programa será fechado dentro de alguns segundos por razões vinculadas à segurança do Estado".

Tradicionalmente despachados, muitos cubanos compram ou "pegam emprestados" os códigos de conexão de pessoas autorizadas a ter uma linha, inclusive junto a oficiais do regime. Mas este tráfico, passível de cinco anos de prisão (vinte anos para os autores de artigos considerados "contra-revolucionários" e que foram publicados em sites estrangeiros), é arriscado.

De fevereiro a agosto de 2006, Guillermo Fariñas, cujo apelido é "El Coco", um diretor da agência de notícias independente Cubanacan Press, realizou uma greve da fome, interrompida por algumas hospitalizações forçadas, por ter pedido o acesso para todos a uma "Internet livre". A Repórteres sem Fronteiras lhe outorgou o seu prêmio, o Cyberliberté, em 2006.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Ai vai um videozinho que explica um pouco melhor o funcionamento do site del.icio.us
É em ingles e sem legenda e com uma narração um pouco chatinha, mas acheio bom para entender melhor.

http://www.youtube.com/watch?v=IHp0BRls1oA

Não tem nem 4 minutos de vídeo. É meio chatinho, mas vale a pena ver.

Del.icio.us

Olá Povo,
vou postar aqui o texto que explica um pouco o funcionamento de um site bem legal, que descobri a pouco tempo.
O site é o del.icio.us - http://delicious.com/ Que é uma ferramenta de busca, um pouco diferente, é um serviço online, que permite que você acesse seus favoritos de qualquer lugar.
Abaixo, segue um texto um pouco elucidativo.


"O delicious é um site que foi desenvolvido por Joshua Schachter, que mantém também o Memepool e entrou no ar no final de 2003.
Ele oferece um serviço on-line que permite que você adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web ele é uma ferramenta para arquivar e catalogar seus sites preferidos para que você possa acessá-los de qualquer lugar. Serviço similares, de compartilhamento de links favoritos, costumam ser conhecidos pelo termo em inglês "
social bookmarks".
Você também pode compartilhar seus bookmarks com os amigos e visualizar os favoritos públicos de vários membros da comunidade. Além desse uso o delicious pode ser usado para criar listas de presentes, para acompanhar web-sites que tem conteúdo e links dinâmicos e para pesquisas sobre qualquer assunto.
O
Mozilla Firefox possui uma extensão que facilita o uso do site. Após instalada em seu navegador, aparecerão dois ícones: um, representado pelo ícone do delicious, é um link para a página oficial do serviço ou para a página inicial de favoritos do usuário "logado" atualmente; o outro, uma etiqueta com o nome tag, deve ser usado para adicionar páginas aos seus favoritos. Ao usar a função TAG THIS da extensão, surgirá uma pop-up pedindo que você descreva o site e crie tags para ele. Em outros navegadores, ou mesmo no Mozilla Firefox, é possível adicionar dois links na barra de favoritos, os quais realizam o mesmo que os ícones da extensão: adicionar páginas ao seus favoritos; e entrar na sua página inicial de links ou na página inicial do serviço."
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Portal IACS

Olá a todos!

Segue abaixo um projeto de portal universitário muito interessante, criado pela estudante de jornalismo Natalia Weber, do IACS-UFF. Diferente de nós, que temos o site da ECO (por mais "primitivo" que seja, não deixa de ser um site...), o pessoal da comunicação da UFF sequer tem um portal oficial. A idéia proposta abaixo não é a que estamos querendo desenvolver neste primeiro momento, mas fica a dica para, quem sabe, em um futuro próximo, consigamos desenvolver algo de tamanho porte.

Portal IACS!

- O Portal IACS! seria um portal de comunicação integrado, que abre espaço para vários tipos de produção: TV Web, rádio, e notícias.

- O Portal IACS! precisa ser um trabalho profissional, uma coisa em que todos se sentissem fazendo parte, sentissem que aquilo contribui para suas carreiras com prática e visibilidade - este o nosso grande peixe, pois seria um ótimo portfolio. Os vários conteúdos seriam divididos em módulos, grupos que se responsabilizariam por produzir o conteúdo discutido. Com discussão prévia e revisão de professores, mas com liberdade o suficiente pra deixar a criatividade rolar. Não pode se prender muito a burocracia também...

- O Portal IACS! integraria jornalismo e publicidade: publicitários têm atuação decisiva no branding, layout, divulgação e disseminação do site. Eles teriam espaço para veiculação de vários spots, conteúdo próprio.

- TV Web englobaria jornalismo e produção livre: webcasts, reportagens, especiais, programas de música, humor, denúncia, o que for sugerido e acordado. Esquema de vídeos curtos, em capítulos, com interação e linguagem leve "videoclip". É vídeo caseiro, de máquina digital, celular, câmera da vó, editado no Movie Maker se preciso. Se não puder fazer streaming the vídeo no site, dá-lhe Youtube!

- Rádio: spots de rádio e podcasts sobre assuntos variados e reportagens. (Rádio Tube)

- Notícias: conteúdo jornalístico em várias mídias.

- Toda programação deve ser produzida pelos alunos. O apelo deve ser para fazer algo sério, mas simples. Temos que aproveitar a linguagem mais leve, mais "youtube", pra quebrar esse quadrado da comunicação. O sucesso do Youtube é mesmo um exemplo: as pessoas adoram surfar por aqueles vídeos. Devemos aproveitar isso.

- Mais importante, nosso projeto deve ser encarado como algo sério, como nosso portfolio, como nossa voz. Penso que teria uma grande aderência dos calouros, que ainda não têm estágios que possam tirar o tempo. Mas temos que divulgar, ser uma coisa profissional, um aspecto "para fora", não somente pra ficar entre os alunos daqui. Temos que virar referência.

Todas essas idéias têm tudo pra funcionar, se nós nos dispormos a fazer algo. Não é difícil, é simples, com organização e entusiasmo. Não deveria esbarrar na burocracia da UFF (que mataria qualquer idéia criativa), então não sei se procede ser o site do departamento. Mas imagine que legal seria se fosse? Imagine como a UFF teria uma visibilidade positiva? Pensemos nisso!

RSS

Reunir em um só lugar as atualizações de vários sites é o principal atrativo do RSS. O usuário ganha tempo, pois não precisa visitar seus favoritos um por um, além de evitar o risco de esquecer de checar as novidades nas páginas de sua preferência.

O RSS é utilizado principalmente para acompanhar blogs e sites de notícias, que são atualizados constantemente.

As atualizações chegam ao conhecimento dos usuários através dos chamados feeds, que são arquivos gerados pelos administradores dos sites. Esses arquivos, padronizados mundialmente na linguagem XML (Extensible Markup Language), contêm as modificações e alterações das páginas.

Para receber essas atualizações é preciso usar um agregador, programa que interpreta e transcreve as informações mandadas pelos sites. Existem dois tipos de agregadores: os que precisam ser instalados no computador e os que ficam online e podem ser acessados de qualquer lugar.

No geral, a diferença entre os agregadores de RSS é praticamente igual aos de e-mail: pode-se escolher entre usar um programa que baixe todas as mensagens para o computador, como o Microsoft Outlook, ou simplesmente visitar a página do provedor e checar online a correspondência eletrônica, como no gmail.com ou no Yahoo.com.br .

Ao contrário do e-mail, o RSS não tem possibilidade de mensagens não solicitadas. Para receber as atualizações, o usuário precisa inscrever o feed do site em seu agregador. Por ser uma decisão voluntária, segundo especialistas como Dan Gilmor, o usuário sente-se mais confortável do se tivesse recebido uma newsletter com o novo conteúdo publicado.

O administrador tem três opções de feeds: o conteúdo integral da atualização, uma quantidade determinada de caracteres do texto ou apenas o título da publicação. Nos dois últimos casos, se o usuário der um duplo clique sobre a atualização, será direcionado ao conteúdo total.

Para assinar o feed, geralmente, basta clicar sobre um dos símbolos-padrão:

O link direciona para uma página onde o usuário tem as opções de inscrição.

Não é preciso ser um grande portal para enviar atualizações através de RSS. Todos os grandes servidores de blog, como o Blogger e o Wordpress, geram automaticamente feeds para os bloggers. Ou seja, um usuário comum, sem grandes conhecimentos de internet, terá a sua disposição uma poderosa ferramenta de fidelização de leitores.

História

Para os padrões da Internet, a linguagem é até antiga, de 1999. Criada por Dan Libby, para o portal My Netscape. A empresa acabou abandonando o projeto por considerá-lo inviável. Vário grupos de desenvolvedores resolveram dar continuidade à idéia e acabaram criando padrões distintos para o RSS.

Por isso, a sigla RSS tem mais de um significado: RDF Site Summary, Really Simple Syndication e Rich Site Summary. Independente do que signifique, o processo de funcionamento é o mesmo.

Ela começou a se popularizar no ano 2000, quando algumas das maiores empresas de notícias como a Reuters, CNN, e a BBC passaram oferecer seus feeds. Hoje todos os grandes portais a utilizam. Alguns, como o G1, têm seções especiais destinadas a ensinar o internauta a usar essa tecnologia.

Todos os navegadores, inclusive o Internet Explorer e o Firefox, disponibilizam agregadores de feed. Além deles, existem vários agregadores online gratuitos:

Saiba Mais:

http://www.infowester.com/rss.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS

Criação na Web

No site Criar Web você encontra manuais, dicas de construção de sites, artigos sobre o assunto e versões para impressão. Um site completo de tudo o que você pode criar e ferramentas que você pode usar na web. No manual de usabilidade, por exemplo, tem exemplos e comentários sobre usabilidade e interface na internet. A usabilidade são técnicas que nos ajudam a realizar tarefas em ambientes gráficos de computador, no nosso caso, páginas web.